Unidade transcendental?

Nos últimos dias andei conversando com um amigo sobre a vida de muitos ditos "perenialistas" e acabamos por chegar em conclusão que nenhum intelectual ligado, ou da escola "perenialista", é respeitoso com o cristianismo. Todos são anti-cristãos, independentemente do que falam, em menor ou maior grau.
Guénon, Schuon, Corbin, Martin Lings,  e toda a trupe, não são reservas morais da Tradição. Tradição começa em Aristóteles e termina no Medievo (com Santo Tomás), nem mais nem menos.


No mais, deixo vocês com algumas fotos da suposta "Unidade Transcendental" que essa escola muçulmana defende:




No Chipre, os turcos fizeram uma Igreja, um lugar santo, de curral para cabras.



Demonstração de "diálogo" entre tradições no Kosovo. Igreja profanada, com a inscrição em albanês "morto aos sérvios".





Respeito muçulmano pelos cristão do Kosovo.




"Herdeiro da tradição" islâmica (albanês, claro) profanando Igreja no Kosovo.




Diálogo transcendental (dá vontade até de rir) aplicado à uma Igreja na Sérvia.




Igreja milenar, do Iraque, destruída pelos representantes da "tradição" islâmica.




Igreja iraquiana tocada pelo "diálogo transcendental" do Estado Islâmico.


Cristãos egípcios orando em uma Igreja profanada pelos guardiões da "tradição" islâmica. Aliás, essa foi a terra que Guénon resolveu viver e morrer depois que se converteu ao Islão, não?!